Promoção: ganhe o Almanaque do Carnaval

capa_almanaque1Cansado de tanta folia? Ou já com saudade do carnaval?

Seja qual for a sua opção, duvido que não queira ter em casa o Almanaque do Carnaval, de André Diniz, publicado pela Zahar. O Almanaque conta como tudo começou e conduz o leitor a uma viagem no tempo. O livro não é só um convite para conhecer as principais manifestações desta festa, mas também nos propõe um passeio aos seus principais gêneros musicais: o samba, o frevo, a marchinha e o axé.

O site Cafetina Eletroacústica em parceria com a Zahar está sorteando 3 exemplares do Almanaque de Carnaval.

Para ganhar um dos 3 exemplares, basta responder que outros dois Almanaques musicais escritos pelo autor André Diniz foram publicados pela Zahar. As respostas podem ser encontradas no site www.zahar.com.br

Envie a resposta, seu nome completo, idade e telefone de contato para o e-mail contato.sitecafetina@gmail.com até dia 2 de março. O resultado será publicado no site no dia 9 de março.

Para saber mais sobre o Almanaque de carnaval, clique aqui. Ou leia trechos do livro.

* O prêmio não pode ser trocado por nenhuma outra publicação da editora, qualquer outro prêmio ou seu valor em dinheiro. Esta promoção só é válida para moradores do Rio de Janeiro.

Candeia ressurge em samba teatral

Musical sobre Candeia leva o público para o quintal da casa do sambista no ano em que se completam 30 anos de sua morte

A cena é envolvente.  Sentado em mesas e servido de um tradicional feijão amigo, o espectador é transportado para dentro do quintal da casa de Antônio Candeia Filho, popularmente conhecido como Candeia, para participar de uma verdadeira roda de samba e, ao mesmo tempo, ver contada a história do sambista politizado que lutou pela consciência negra e pela preservação das raízes do samba. A concepção cênica criada por André Paes Leme para encenar o musical É SAMBA NA VEIA, É CANDEIA, que estréia no dia 22 de outubro no CCBB. Leia mais…

Sambajazzlatinoafricano

Johann Sauty

De sua boca flutuam tons em diferentes línguas e cores. Seus dedos sussuram cantos africanos, sambam Jobins, fumam charutos cubanos e improvisam New Orleans. Na bagagem ela leva alguns mestres: Herbie Hancock, Pat Metheny e Stanley Clarke. Foi violinista durante dez anos, há oito trocou o agudo pelo grave, e hoje surpreende o público com seus solos de contrabaixo. Deixou seu marco na Berklee - a maior escola de música do mundo - quando, aos vinte anos, tornou-se a instrutora mais nova da história da faculdade. Baixista, cantora e compositora, faz da sua voz um instrumento que duela contra seus próprios acordes. E tudo isso numa embalagem de beleza estonteante. Leia mais…

Ninguém segura o Fino Coletivo

Já passa da meia noite na Lapa, o tradicional reduto boêmio do Rio e o público que lota o simpático Teatro Odisséia já está no ponto (como um chope bem gelado na pressão) para receber este Fino Coletivo, a cada dia mais saboreado em qualquer pista, festa ou praia que valha a pena na cidade. Não é o novo samba. Nem o novo rock. Não é novo. É uma adorável miscelânea sonora e rítmica que envolve muitos canais ligados ao mesmo tempo: rock, funk, reggae, ska, partido-alto, batuque, swing, releituras, invenções. As tags são infinitas para acessar o Fino. É mais do que tudo um estado de espírito, da mesma prateleira de Otto, Kassim, Mombojó e otras cositas mais. O nome de batismo mostra o bom humor destes sete músicos alagoanos e cariocas que acertaram na dose do lirismo etílico com melodias temperadas, mas, sobretudo, leves e dançantes. Passeiam da despretensão do samba-lounge moderno de “Boa Hora” à arrebatadora “Tempestade”, com pegada mais rock, para apreciar sem moderação e rasgar corações e sedas.
Site oficial: http://www.finocoletivo.com/  
MySpace: www.myspace.com/finocoletivo



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