Promoção: ganhe o Almanaque do Carnaval

capa_almanaque1Cansado de tanta folia? Ou já com saudade do carnaval?

Seja qual for a sua opção, duvido que não queira ter em casa o Almanaque do Carnaval, de André Diniz, publicado pela Zahar. O Almanaque conta como tudo começou e conduz o leitor a uma viagem no tempo. O livro não é só um convite para conhecer as principais manifestações desta festa, mas também nos propõe um passeio aos seus principais gêneros musicais: o samba, o frevo, a marchinha e o axé.

O site Cafetina Eletroacústica em parceria com a Zahar está sorteando 3 exemplares do Almanaque de Carnaval.

Para ganhar um dos 3 exemplares, basta responder que outros dois Almanaques musicais escritos pelo autor André Diniz foram publicados pela Zahar. As respostas podem ser encontradas no site www.zahar.com.br

Envie a resposta, seu nome completo, idade e telefone de contato para o e-mail contato.sitecafetina@gmail.com até dia 2 de março. O resultado será publicado no site no dia 9 de março.

Para saber mais sobre o Almanaque de carnaval, clique aqui. Ou leia trechos do livro.

* O prêmio não pode ser trocado por nenhuma outra publicação da editora, qualquer outro prêmio ou seu valor em dinheiro. Esta promoção só é válida para moradores do Rio de Janeiro.

Conheça um pouco mais sobre a banda Móveis Coloniais de Acajú

moveisO Cafetina Eletroacústica está começando uma parceria de conteúdo com o novíssimo blog Reverbos e, por conta disso, de hoje em diante vocês verão trocas de textos de vez em quando, com pequenas adaptações ao estilo de cada site/blog.

Vamos começar o troca-troca publicando uma entrevista que o Reverbos fez com Eduardo Borém, do Móveis Coloniais de Acaju. O músico toca gaita cromática, escaleta e teclados na banda.

Com nome baseado em evento histórico – um conflito entre índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal – Móveis Coloniais de Acaju é uma big band de grande estilo. O grande número de músicos influencia na numerosa mistura musical da banda, que vai do rock, ao ska, passando pela eletrônica e indo até a mais essencial música brasileira. Leia mais…

Machete e Orquestra Voadora em miscelânea carnavalesca

silvia-machete2Por Debb

Ainda não sabe quem é Silvia Machete?! Livre, leve e solta. Ela roda bambolê, acende baseados de orégano, canta, diverte e encanta. Silvia Machete é cantora-entretainer-acrobata-pinup com muito jogo de cintura, voz afinada e ótimas tiradas, transformando-se em um dos “combos artísticos” mais divertidos da atual música brasileira.

Moderna como uma Carmen Miranda pós-tropicalista, faz de seu espetáculo (que vai muito além de um show) uma experiência artística completa que combina música, circo e teatro. Silvia Machete é o cabaret brasileiro personificado com toda graça de uma das mais belas surpresas da nossa MPB, que convenhamos, anda muito sem brilho atualmente… Ficou curioso? Assista um vídeo abaixo e/ou vá conferir sua apresentação no Miscelânea deste ano, festa carnavalesca que acontece no Odeon na próxima terça-feira. Leia mais…

FILE: inscrições abertas

fileO FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – está abrindo inscrições para a sua décima edição que acontecerá no espaço cultural do Sesi Paulista em São Paulo, Brasil, no período de 27 de julho a 31 de agosto de 2009. As inscrições estão abertas de 01 de janeiro a 10 de março de 2009. A inscrição é gratuita e aberta a profissionais, pesquisadores e estudantes de linguagem eletrônica de âmbito internacional.

Para mais informações visite:
http://www.file.org.br/file2009/

* Leia um texto sobre o FILE escrito pelo Giuliano Obici aqui mesmo no Cafetina Eletroacústica.

Dicas cariocas aleatórias

Finalmente o Rio de Janeiro tem tido dias lindos depois de tanta chuva. E é quando estes dias aparecem, que a paixão pela cidade aumenta e o clima praia, mar e pôr do sol ressurge a todo vapor. É por isso que resolvi passar aqui duas dicas, na verdade completamente diferentes, mas que tem esse clima fantástico de Rio de Janeiro, cada uma em seu contexto bem específico. São elas Roda Rio 2016 e Oficina “Um sonho de um filme em 4 noites de verão”. Leia mais…

Spoken World: Um almanaque poético

Por Gab Marcondes

Um almanaque poético; uma poesia minha + um fragmento poético de
Lesbos de Silvia Plath + fragmentos diversos de Emily Dickinson

* Emily Dickinson (1830 - 1886) poetisa americana que não teve um livro

publicado em vida. A poeta reclusa, anonima… Se “publicar é por em leilao
o espírito humano” ela ficou a milhas disto.
Moderna, simples, sutil, complexa! Augusto de Campos disse dela ”
nenhum poeta americano tinha levado tao longe a
elipse e a condensação do pensamento ou a ruptura sintatica, ate a
pontuação foi por ela liberada..”
É dela também o poema que deu origem a ideia desta coluna : A word is
dead/ When it is said,/ Some say./ I say it just/ Begins to live/That day.

Almanaque poético

Há sempre um começo
mesmo quando não é visível
transparência de  asas

Há sempre um mar e um náufrago

(                                         ) Leia mais…

Spoken word: Rukeyser Plath Rilke Rosa Thomas Marcondes

Por Gab Marcondes

Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.

I have been waiting all day,
with my fantasy alone
e nunca parava de ser tarde
eu tinha pressa de um final
It would have been better than this
or perhaps longer.
I would have liked to try those wings myself.

Chove dentro dos meus olhos

I have been waiting all day, or perhaps longer.
I would have liked to try those wings myself.
It would have been better than this

The lovers be lost love shall not

Vozes:  Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Gabriela Marcondes e Dylan Thomas
Musica e programação: Gab Marcondes

Ícarus

Brian Eno - Music for Airports (Stylus Magazine)

Por Dave McGonigle
Tradução: Antonio Marcos Pereira

Nota do Tradutor: A Stylus Magazine tem uma coluna chamada “Second Thought” na qual são veiculadas revisitações de discos e projetos musicais mais antigos - um pouco no estilo da coluna “Discoteca Básica” da primeira encarnação da Revista Bizz, que serviu de orientação para muitas pessoas de minha geração. A atitude presente nos artigos da Second Thought, entretanto, é um pouco mais interessante do que a idéia puramente didática de que o material apresentado é indispensável: o eixo da seleção é reapresentar trabalhos que, julga-se, foram beneficiados pela passagem do tempo, e oferecer recursos para sua fruição hoje. Como parte de meus interesses em ambient (que já resultaram inclusive na tradução, publicada aqui no Cafetina Eletroacústica, de um texto seminal de Eno sobre o assunto), me deparei há algum tempo com esse texto de Dave McGonigle no qual ele oferece um mosaico compacto, rico e bem humorado de uma possível genealogia para o que creio serem algumas das questões mais interessantes ligadas à produção e à curtição de música hoje. De Satie a Eno, passando por Cage e mais uns tantos que foram omitidos aqui, o século XX parece ter tratado de maneira generosa a fronteira problemática entre som e ruído, entre música e não-música. Os mais dogmáticos, como de praxe, vão preferir fazer uso de uma ontologia rígida para “música” e bater o martelo do juízo final. Os que gostam de conversar - entre os quais me incluo - poderão ler o texto a seguir e dizer, como Satie ao ouvir o som da colherinha caindo, “Hmmm… Interessante…”. Boa leitura! Leia mais…

O disco solo de Thom Yorke

thom.jpgdivulgação Thom Yorke falou pela primeira vez sobre seu esperado trabalho solo, ‘The Eraser’, feito com o produtor longa data do Radiohead, Nigel Godrich, a ser lançado dia 11 de Julho pelo selo independente XL Recordings. Radiohead não tocará o material de Yorke ao vivo, mas a banda está tocando sete novas músicas a cada show, todas escritas durante o ano passado, num estúdio da banda em Oxford, para o próximo álbum. Ele disse à revista Rolling Stone que ‘The Eraser’ foi feito com “material que eu faço quando estou entediado. Eu queria trabalhar sozinho. Eu apenas queria ver como seria fazer isso”. Leia mais…

Conexões entre rock progressivo e a m.e.*

Por Debb

Em 1967, junto da onda do movimento hippie, surgiu um novo espírito de experimentação no rock, que tinha como proposta a quebra da fórmula da música pop. A influência do R&B, que dominou a música dos Beatles e dos Rolling Stones começou a ser abandonada em favor de estruturas mais abertas, emprestadas de formas mais livres do jazz.

Na Inglaterra podemos destacar a banda Pink Floyd, que não somente foi pioneira de uma nova proposta sonora experimental, mas também por terem dado partida numa série de eventos multimídias e happenings que transformaram suas apresentações em algo fora do padrão esperado de um show de rock para a época.

A revolução hippie e a notoriedade em torno dos happenings logo se espalharam dos EUA e Inglaterra para o resto da Europa, carregando bem mais idéias desafiadoras do que somente a música alta e estridente do rock. Leia mais…



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