The Auteurs: site possibilita o acesso a filmes “raros”

Por Debb

O site The Auteurs tem estréia marcada para o Festival de Cannes, que acontece entre os dias 13 e 24 de maio. Criado pelo produtor Eduardo Constantini Jr., da Costa Films, o site pretende ser uma cinemateca digital global em que os cinéfilos poderão assistir filmes, participar de fóruns e ler notícias e curiosidades sobre o cinema.

Como tudo gira em torno de redes de relacionamento, o site agrega “amigos” do Facebook e do Twitter, além das agendas de emails do Gmail, Hotmail e Yahoo. Em poucos minutos você tem acesso a um perfil com vários “seguidores”, podendo assistir filmes online, trocar idéia com outros usuários e propor debates. O The Auteurs cobra uma pequena taxa por filme, que pode variar de US$ 1 a 5 dólares, mas isso só até ter patrocínios que permitam o acesso gratuito a pelo menos parte do acervo. Leia mais…

Apenas o fim é o grande destaque da premiação do Festival do Rio

Apenas o Fim, longa dirigido por Matheus Souza, levou menção honrosa do Juri Oficial e Melhor Longa Ficção pelo Voto Popular. O filme é um projeto de alunos do curso de cinema da PUC-Rio. Com o roteiro de Matheus Souza, de apenas 20 anos, os estudantes uniram-se para fazer o primeiro longametragem da universidade. O projeto é de baixo orçamento e contou com o apoio do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio.

O roteiro traça um retrato da geração crescida nos anos 90, bombardeada por influências da cultura pop e avanços tecnológicos. É um filme com temática jovem, executado por jovens e representado por atores da nova geração do teatro e do cinema. Érika Mader e Gregório Duvivier são os protagonistas, e o longa também conta com participações de Marcelo Adnet, Natália Dill, Álamo Faço, Anna Sophia Floch e Julia Gorman. Leia mais…

Festrio 2008 - dicas musicais n.2

Como a vida de festival está corrida, acabei não publicando outras dicas musicais. Infelizmente muitos filmes bacanas já foram exibidos e não passarão mais. Resolvi então colocar todos os que restam aqui de uma vez. Enjoy! =) Leia mais…

FestRio 2008 - dicas musicais n.1

Para quem gosta de documentários sobre música, o Festival do Rio oferece infinitas e excelentes opções. Sempre que puder, vou destacar aqui alguns dos filmes com essa temática que realmente valem a pena assistir. Aqui vão dois: “Palavra (En)cantada” e “Pan Cinema Permanente”. Leia mais…

E chegou o Festival do Rio 2008

Todo ano é assim. Uns dias antes do Festival do Rio sai o encarte do O Globo e todo mundo começa a tentar se interar da vasta programação de 350 filmes. Para facilitar a vida de nossos leitores, resolvemos resumir em uma página especial, algumas dicas. Elas marcam os grandes destaques e as apostas desse ano. Algumas delas foram passadas pelos tradutores das legendas do Festival, ou seja, por gente que não leu somente a sinopse. =)

Em todas as suas edições, o Festival do Rio monta mostras especiais. Neste ano, além do foco UK, temos diversas “mini-mostrinhas” como a “100 anos de Imigração Japonesa”, com Homenagem a Yamada e Kobayashi. além da “Japão Hoje”. Derek Jarman também recebe mostra em homenagem. As mais belas mulheres italianas, estão retratadas em filmes clássicos na mostra “Divas Italianas”. Temos mais Itália, com a mostra dos filmes dos irmãos Taviani, de nome “Fratelli Taviani”. Arturo Ripstein também recebe homenagem com exibição de alguns de seus filmes. A outra novidade é a mostra “Midnight Songs”, somente com filmes de temática musical. Leia mais…

Novas imagens do Irã

Por Tatiana Leite
Mais de 70 filmes são feitos anualmente no Irã e ainda que grande parte seja subsidiada quase como um instrumento governamental propagandista, a outra parte resiste as limitações da censura do Estado. Vários realizadores iranianos não conseguindo exibir seu filme dentro do próprio país, tentam encontrar espaço nos festivais internacionais.

Há cerca de dez anos atrás, no auge do reconhecimento do Novo Cinema Iraniano foi realizada no Rio de Janeiro “Imagens do Irã” apresentando o painel de um país pouco conhecido no Brasil. Nesta passagem de uma década, essa cinematografia se firmou, consagrou alguns cineastas, (como Abbas Kiarostami, Mohsen Makhmalbaf, Dariush Mehrjui e Jafar Panahi) e abriu as portas para outros tantos jovens realizadores (Bahman Ghobadi, Samira Mahkmalbaf, Abolfazl Jalili ) que buscam novas formas de questionar o Estado opressor, e utilizam-se do cinema como forma de resistência. Nestes dez anos, o país não ficou imune ao processo de globalização, e nas obras mais recentes evidencia-se uma certa “ocidentalização” da população, que reflete cada vez mais sobre sua contemporaneidade. Leia mais…



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