The Ting Tings - Isso não é um review

Por Willie Runte

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The Ting Ting’s é uma das novas bandas do momento na Europa, e não duvido nada que já esteja na boca de muita gente no Brasil, ou no jaba de muita rádio. “We started nothing” o primeiro disco da dupla Katie White (Guitarra e vocal) e Jules De Martino (bateria) tem algo de indie, mesmo sendo pop e é bem gostoso de ouvir. A banda de Manchester tem atingido recordes de venda e , com seu single “That’s not my name”, chegou a tirar Madonna do topo das paradas (mas isso não é muito relevante, levando em conta que o último cd da pop star da vontade de vomitar). O single é bacana, mas meio repetitivo, não a melhor música do álbum, sem dúvida. Algumas das músicas que se destacam são, “Great DJ” e “Shut up and let me go”, essas sim tem uma personalidade que, se for mantida nos próximos álbuns da banda, creio, vai torná-los grandes.

“Be the one” que abre o disco é boa e lembra um pouco Blondie, outras como “Keep your head” ou “We strated nothing”, que dá nome ao álbum, dão vontade de jogar o cd fora. Leia mais…

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Sambajazzlatinoafricano

Johann Sauty

De sua boca flutuam tons em diferentes línguas e cores. Seus dedos sussuram cantos africanos, sambam Jobins, fumam charutos cubanos e improvisam New Orleans. Na bagagem ela leva alguns mestres: Herbie Hancock, Pat Metheny e Stanley Clarke. Foi violinista durante dez anos, há oito trocou o agudo pelo grave, e hoje surpreende o público com seus solos de contrabaixo. Deixou seu marco na Berklee - a maior escola de música do mundo - quando, aos vinte anos, tornou-se a instrutora mais nova da história da faculdade. Baixista, cantora e compositora, faz da sua voz um instrumento que duela contra seus próprios acordes. E tudo isso numa embalagem de beleza estonteante. Leia mais…

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Cat Power em filme

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A trilha sonora do filme My Blueberry Nights já tinha me conquistado. Nele redescobri Cat Power, que dá todo um clima especial ao filme. Mas confesso que, apesar de já ter escutado a cantora, nunca tinha fixado seu rosto, sendo incapaz de reconhecê-la no filme.

Pois é, Cat Power faz uma participação super especial como a ex-namorada do encantador dono do restaurante interpretado por Jude Law. Ela é a mulher que é dona das chaves, “autora” da coleção de histórias e portas não fechadas presentes naquele pote cheio delas no balcão do restaurante. Explico. No filme Jeremy (Jude Law) vive uma história de amor com Katia (Cat Power) entre as paredes do restaurante. O hábito de guardar as chaves esquecidas, teria sido iniciado por Katia, que deixou as suas quando abandou Jeremy sem dar notícias. Jeremy teria permanecido no restaurante até hoje aguardando que ela um dia retornasse para buscar suas “chaves”. Leia mais…

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