*férias*

Depois de 3 a 4 meses sem novidades no Cafetina Eletroacústica por total falta de tempo da editora e de seus colaboradores, aviso que o site está de *férias por tempo indeterminado*. Não se sabe se vai virar outra coisa, se vai ganhar vida nova, mas de qualquer forma o seu conteúdo continuará disponível para consulta, comentários, etc. Tem muito texto bacana dos mais variados colaboradores e que, mesmo antigos, continuam extremamente atuais.

Aproveito para desejar a todos um excelente e surpreendente 2010!

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Spoken World: Guardado (ou uma livre associação poética)

Videopoema realizado em 2008

video: Gabriela Marcondes e Nana Love (colaboração Luiza Ache)
música: Gabriela Marcondes e Nana Love

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No Crepúsculo de Winnipeg: O Cinema de Guy Maddin

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panorama da obra do cineasta canadense

CCBB Rio de Janeiro: 18 a 30 de agosto 2009
CCBB São Paulo: 09 a 20 de setembro 2009

A mostra  No Crepúsculo de Winnipeg: O Cinema de Guy Maddin vai exibir 36 filmes - nove longas e 24 curtas do cineasta  que, ao lado de David Cronenberg, é considerado um dos maiores expoentes do cinema canadense. Guy Maddin é o diretor do cinema independente contemporâneo  que mais vêm destacando internacionalmente.

Além dos filmes do diretor, estão incluídos dois documentários sobre Guy Maddin, um curta-metragem feito em sua homenagem.
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A Santa de Ouro Santigold

Por Marcio Macedo*

santogold-coverConvenções são, em boa parte, idéias equivocadas que partem do senso comum que, por sua vez, se realimenta das convenções. Uma das convenções mais estúpidas que existe é a idéia de um rock in rol branco. É possível falar em um embranquecimento histórico do rock, algo que tem início antes mesmo de Elvis Presley (1935-1977) e que remete tanto a cantor@s e bandas como ao público consumidor desse gênero de música. Entretanto, a música pop em geral é negra. E quando afirmo isso, não é devido a recente morte de Michael Jackson e não há nenhum traço de despeito, animosidade ou sentimento de roubo como é comum se ver na atitude de alguns negros. Leia mais…

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Foto em movimento

"Ausente", de Márcia Bellotti e Fernando São Thiago

O olhar mágico de Márcia Bellotti e a sensibilidade de Fernando São Thiago resultaram em mais uma linda obra cinematográfica da nova geração de “fazedores de filmes” do Rio de Janeiro.

Após o sucesso de seu primeiro curta-metragem “Um Minuto Para Lady Elizeth” - que lhes rendeu o segundo lugar no Festival Claro Curtas de 2008 -, a dupla retorna com o lançamento de “Ausente“, uma belíssima animação, onde através de uma seqüencia fotográfica, são retratados, de maneira sutil e delicada, o romantismo, o amor e a saudade.

A técnica usada no filme, chamada stop motion, cuja principal característica é a captação dos movimentos quadro a quadro, é na verdade a linguagem utilizada nos primeiros registros da história do cinema. Em 1876, o inglês Eadweard James Muybridge colocou, lado a lado, 12 câmeras fotográficas (depois repetiu o processo com 24) em um hipódromo, cada uma delas presa à um fio que atravessava a pista. Conforme o cavalo passava e esbarrava nos fios, os obturadores eram abertos, capturando cada movimento do galope do cavalo.
Desde então a técnica stop motion se desenvolveu e ganhou diversas vertentes, sendo elas distinguidas principalmente pelo material utilizado no processo, como a Claymation (stop motion de massinha), Pixilation (utilizando pessoas) e a Puppet Animation (bonecos).
O processo de criação de uma animação quadro a quadro requer extrema paciência, já que para cada segundo geralmente são utilizados 24 frames - ou seja, 24 fotos! Após serem captadas, as imagens são selecionadas e colocadas em sequência, de forma a dar a impressão de movimento.

Alguns dos exemplos mais conhecidos de animação em stop motion são os filmes do diretor Tim Burton “O Estranho Mundo de Jack” e “A Noiva Cadáver”, as animações em massinha da produtora inglesa Aardman “Wallace and Gromit” e “A Fuga das Galinhas”.

Para saber mais sobre a técnica, acessem o blogue Stop Motion Brasil.

O curta “Ausente“, selecionado para o Festival de Vídeo Tela Digital, pode ser assistido e votado online no próprio portal do Festival (www.teladigital.org.br).

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Cultura e Gastronomia

Para os amantes da gastronomia e sempre adeptos de bons programas culturais, as próximas semanas contam com uma boa programação. A primeira sugestão se chama Inventário do Tempo, evento que promete unir livros, gastronomia, artes plásticas, cinema e filosofia. E tudo isso com o aval da chef Roberta Sudbrack. Na mesma linha gastronômica, o Senac apresenta o Rio Orgânico 2009, com workshops do projeto Eco-Chefs, que foca em na cozinha com saúde e sustentabilidade. Leia mais…

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A Mulher Invisível

Por Oleno Netto

muher-invisivelAnalogia tosca para uma comédia pastelão: Imagine um pastel de feira, daqueles que vem com vários ingredientes no recheio, no qual alguns juntos têm seu sabor realçado, enquanto outros têm seu gosto suprimido em meio à miscelânea. Alguns dão certo, outros não. Mas uma coisa é fato, são acessíveis a todos os bolsos.

Este tipo de comédia é um produto feito para o consumo de pessoas das mais diferentes classes sociais e intelectuais, cuja sensação de satisfação está intimamente ligada ao grau de divertimento (fazer rir) que proporciona. “A Mulher Invisível”, que será lançado comercialmente em 5 de Junho, se encaixa nesta definição. Dirigido por Claudio Torres, sócio da Conspiração Filmes, conhecido pelo filme “Redentor”(2003), e também pela direção do videoclipe “Segue o Seco”, de Marisa Monte – marco com ares épicos da produção nacional –, é um caldeirão de diferentes referências cinematográficas e narrativas.

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Aumenta que isso aí é choro

Por João Francisco

chorodegaragemChoro de Garagem é o trio instrumental que pode salvar a sua sexta-feira na Lapa. No coração do bairro mais boêmio do Rio, os músicos oferecem um drink com doses acertadas do tradicional chorinho e referências ao pop, rock, reggae e até mesmo do funk carioca. Tudo eletrificado e convincente. A interpretação convencional do choro dá vez a uma performance rock que se expande em inusitadas frequências sonoras. Jacob do Bandolim, Jimi Hendrix, Pixinguinha. Raízes psicodélicas. Ninguém fica parado. O casarão secular do Bar da Ladeira, botequim pé-limpo, arejado e com ótimos petiscos e cerveja gelada abriga a atração. Luiz Militão (Empolga às 9) na guitarra, Disabatto (Bangalafumenga) na bateria e Sebastian (Acorda Bamba) no baixo formam o grupo de chorinho mais indie da cidade. E um dos mais animados.

Serviço:
Trio Choro de Garagem
Todas a sextas-feiras de Abril
A partir das 21:00 horas.
Bar da Ladeira:
Rua Evaristo da Veiga, 149. Lapa. Rio de Janeiro

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Mostra sobre Jacques Tati no Rio

mon_oncleO CCBB começa nesta terça (dia 28/04) uma mostra relâmpago (dura só até dia 3) chamada O Mundo de Tati, exibindo boa parte da obra do diretor francês. Jacques Tati traz o melhor do humor da França com bastante sutileza. Seus filmes, ricos em detalhes e com poucos diálogos, são de um humor debochado e tem no som e efeitos sonoros seus melhores aliados às críticas que propõe. Poderíamos até dizer que o som é protagonista e os diálogos ocupam o papel coadjuvante.

Em “Meu Tio” (Mon Oncle) , por exemplo, o diretor critica de forma inteligente e engraçada a modernidade e o crescimento do surgimento dos aparatos tecnológicos na década de 50.  Seu emblemático personagem Hulot (imagem), interpretado por ele mesmo,  percorre boa parte de sua obra.

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The Auteurs: site possibilita o acesso a filmes “raros”

Por Debb

O site The Auteurs tem estréia marcada para o Festival de Cannes, que acontece entre os dias 13 e 24 de maio. Criado pelo produtor Eduardo Constantini Jr., da Costa Films, o site pretende ser uma cinemateca digital global em que os cinéfilos poderão assistir filmes, participar de fóruns e ler notícias e curiosidades sobre o cinema.

Como tudo gira em torno de redes de relacionamento, o site agrega “amigos” do Facebook e do Twitter, além das agendas de emails do Gmail, Hotmail e Yahoo. Em poucos minutos você tem acesso a um perfil com vários “seguidores”, podendo assistir filmes online, trocar idéia com outros usuários e propor debates. O The Auteurs cobra uma pequena taxa por filme, que pode variar de US$ 1 a 5 dólares, mas isso só até ter patrocínios que permitam o acesso gratuito a pelo menos parte do acervo. Leia mais…

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